Mauk e os Cadillacs Malditos
  • Informações da Banda

    Mauk e os Cadillacs Malditos

    Mauk e os Cadillacs Malditos

    Mauk & Os Cadillacs Malditos, basicamente é a banda criada para apresentar mais de 20 anos de canções do principal compositor da A GRANDE TREPADA (Bigtrep), Maurício Garcia (Mauk), que pelas especificidades da banda estiveram guardadas esperando o seu momento.
    Os Cadillacs Malditos moldam o seu MOCKERSOULGARAGEPUNK SOUND, com a guitarra selvagem de LCarburator ( Os Carburadores e Bigtrep) com grandes influências da SURF MUSIC dos anos sessenta e do PUNK ROCK, o baixo preciso de Eliza Schinner e conta na Bateria com Robson Vintage (BNegão & Os Seltores de Frequência). No momento começam a fazer shows e preparam o seu primeiro álbum para divulgação.

    Integrantes:
    Mauk - Voz & Guitarra
    L Carburator - Guitarra
    Robson Vintage - Bateria
    Eliza Schinner - Baixo

    Downloads: Mapa do Palco

    Telefone: (21)2236-1613
    E-mail: maukeoscadillacsmalditos@gmail.com

    Origem: Rio de Janeiro - rj (Brasil)

    Residência: Rio de Janeiro - rj (Brasil)

    Estilo
    MOCKERSOULGARAGESURFPUNKABILLY

    Redes Sociais

  • AGENDA

    2011 Setembro 02 - FESTA PSYCHO 60's - SALOON79
    Rua Pinheiro Guimarães,79 - Humaitá - Rio de Janeiro
  • Por Adilson Pereira

    Mauk & Os Cadillacs Malditos

    O topete não deixa margem para dúvidas: o cantor e guitarrista Maurício “Mauk” Garcia está atento ao que acontece no mundo da música de hoje em dia, mas, para ele, conta muito o que já aconteceu lá pelos idos de 1950, 60 e 70. Na ativa com sua já legendária banda, a Big Trep, o costeletudo pai de família e nas horas vagas DJ não se aquieta e vive buscando brechas para dar vida a mais e mais canções. E, para ele, melhor ainda se for possível fazer isso com diferentes parceiros e comparsas. Foi assim que nasceu Mauk & Os Cadillacs Malditos.

    “Desde o início, eu compunha coisas que já sabia que não caberiam na Big Trep”, confessa. Isso explica por quê, por volta de 1994, ele deu vida a seu primeiro projeto paralelo: Os Esquizóides, defensora de uma mistura de mod e new wave que não prescindia do tempero do glorioso rockabilly – presente também, claro, nesse trabalho com Os Cadillacs Malditos. Um bom exemplo disso é “Bom dia, dor de cabeça”, parceria dele com o primo Edu Vilamaior e inspirada em “Good morning, headache” (Sam Cooke). Não que todas as músicas do início de banda fossem sobreacabação, mas, por acaso, outra que está neste álbum e também vem daquela época é uma que conta a história da primeira vez de um cara: “Fantoche”. De copo de cerveja na mão (nada de dedos cruzados, portanto), Mauk jura que não é ele o personagem dessa letra...

    Uma primeira vez da qual ele quer falar e que tem relação com sua formação musical o leva de volta a 1975, quando somava apenas 5 anos de idade. Foi nessa época que seu pai lhe deu um disco dos Beatles. Outra primeira vez? A das mix-tapes recheadas de Eddie & The Hot Rods gravadas, aos 9 anos, para as viagens de carro com os coroas a Rio das Ostras (cidade a cerca de 175 Km do Rio de Janeiro). Outra primeira vez? Aos 11, ele atravessou um túnel para ir sozinho a um shopping center comprar “Harvest”, do Neil Young. A primeira guitarra? Uma Finch modelo Les Paul, herança do irmão. Muita coisa gringa? Que nada. “Você pode ser o metaleiro mais radical, mas, no Brasil, não dá para fugir de Paulinho da Viola”, teoriza Mauk.

    Esse mano Leo, além de ter apresentado ao pequeno Mauk pérolas como o “London calling”, do Clash, ajudou-o a desvendar mistérios: “Tinha uma música que a gente ouvia o Sid Vicious cantando... E depois descobrimos que não era dele, era do Eddie Cochran... Descobri que o rockabilly era uma referência importante para vários artistas que eu curtia. Foi assim que mergulhei nesse estilo”, lembra.

    Lá por 97, o multi-influenciado rocabileiro carioca começou a exercitar aquilo que hoje ele chama de “uma outra maneira de compor”. Nasceram assim “Rei dos sonhos”, “Dicionário maquiavélico”, “Orgulho no retrato de família”. Há um inegável traço de bom humor e humildade na hora de explicar do que se trata a primeira das três: “‘Rei...’ é sobre um cara que queria concretizar seus sonhos. Eu já que não sou um cara político como o Joe Strummer faço minhas músicas sobre relações”, compara-se. “Dicionário maquiavélico” fala do fim de um casório. E “Orgulho no retrato de família” mergulha no sofrimento de um sujeito envolvido com trabalho, almoços, filhos...

    Hoje, segundo Mauk, é mais difícil compor: “Acumulei experiência, mas fiquei mais exigente. Às vezes, acho que devo escrever quilômetros, como em ‘Jokerman’. Peraí, talvez não seja só questão de exigência, mas, sim, um conjunto de preocupações diferentes.” Mais atenção às relações familiares talvez entrem nesse rol. Sim. É o próprio Mauk quem fala de como a morte do avô Miguel, por exemplo, em meados dos anos 80, foi determinante para que ele escrevesse “Dias de julho”. Uma música sobre a sensação de perda...

    Todo esse percurso e o amadurecimento contido nele deram a Maurício Garcia a força necessária para que se arriscasse no mergulho em um projeto novo, a produção de um disco que reunisse bastante da sua rica história como defensor do rock como música e como estilo de vida. Um disco simples e rico. Um disco de quem tem topete para fazer as coisas acontecerem.

    Adilson Pereira – Junho de 2011
  • Fotos

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